Saudações a todos e todas
O modelo de gestão descentralizada, implantado pela FLOR DA CAATINGA apoiado por seus parceiros, como o movimento dos técnicos agrícola e os articuladores social que ficam em cada cidade do território do sisal, proporciona que cada pessoa possa contribuir da forma que pode, região e município propõem alternativas de desenvolvimento, de acordo com suas realidades e especificidades. O que Nós da FLOR DA CAATINGA propomos são diretrizes políticas e operacionais para orientar o processo do desenvolvimento da “Educação Ambiental”, com foco na regionalização.
Regionalizar não é apenas o ato de agrupar municípios com relativa proximidade e similaridades. É construir um ambiente democrático, harmônico e participativo entre poder público, iniciativa privada, terceiro setor e comunidade. É promover a integração e cooperação intersetorial, com vistas à sinergia na atuação conjunta entre todos os envolvidos direta e indiretamente na atividade da “Defesa Ambiental” de uma determinada localidade.
Diante disso, o que se espera é que cada região tenha um articulador social que planeje e decida seu futuro, de forma participativa respeitando os princípios da sustentabilidade econômica, ambiental, sociocultural e político-institucional. O que se busca com este trabalho é subsidiar a estruturação e qualificação dessas regiões para que elas possam assumir a responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento, possibilitando a consolidação de novos roteiros como produtos turísticos rentáveis e com competitividade nos mercados nacional e internacional. Para tanto é necessário perceber como a atividade econômica capaz de gerar postos de trabalho, riquezas, promover uma melhor distribuição de renda e a inclusão social baseado na economia solidária.
Para que possamos estruturar e qualificar suas regiões é necessário o envolvimento direto das comunidades receptoras. São elas que protagonizarão essa história. Todo esse movimento se traduz na capacidade de atuação mútua do cidadão Brasileiro, o qual deve perceber-se parte fundamental desse processo.
O que apresentamos são direcionamentos para promover o desenvolvimento regionalizado como estratégia de agregação de valores do cidadão, de sua cultura, de suas produções, de seus saberes e fazeres, propiciando a integração de todos os setores econômicos e sociais em prol de um objetivo comum: garantir a vida das gerações futuras, assim estamos criando uma “Revolução Silenciosa” mas para que isto seja propagado estamos solicitando de cada um de vocês uma contribuição financeira para ser transformado em “Educação Ambiental” garantindo a “Redenção do Nordeste”.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sábado, 27 de março de 2010
A Terra planeta especial, em todos os sentidos e muito em particular por abrigar a única forma de vida até à data conhecida: nós. Casualidade ou será que devemos esperar encontrar vida nos outros planetas do sistema Solar? Façamos uma análise das condições que a Terra tem e que a tornam tão especial. Sabemos que a vida ronda à volta da água. Deste modo podemos pensar que a Terra está à distância correta do Sol, para que a água exista nas três fases: Se aproximarmos a Terra do Sol, tal como Vênus, está água se evaporaria. Afastando a Terra até uma distância igual à de Marte o inverso acontecia: toda a água congelaria. Nestes dois casos não teríamos condições propícias à vida. Mas importante é saber que a Terra teria uma temperatura média de -30oC (congelaria) se fosse apenas a ação do aquecimento do Sol, associada à sua superfície muito refletora .
Particularidade espantosa, é nosso espaços em que vivemos por ser rica em opções de vida. Repara-se que na formação de uma sociedade começa sempre onde tem um ponto de água seja rio,lagos ou lagoas, era de esperar que alguns lugares existissem escassez de água como no nordeste, mas de uma forma muito guerreira surgiram os nordestinos que para sobreviver criaram técnicas de armazenamentos de água como os açudes ou tanques, Devido à sua persistência em permanecer no nordeste o poder publico criou formas mais eficaz de abastecimento de água para as comunidade mais populosas é o caso de salgadália que hoje tem um bom abastecimento de água potável nas casas, mas antes de ter água éramos beneficiados com o tanque grande para consumos doméstico e para beber temos cisternas, a população se desenvolvem e constituem um consumo muito grande de água e isto gera resto de água que hoje boa parte é lançada no tanque grande. Contudo, estamos contribuindo para a morte do mesmo, mas nos da OASCIP FLOR DA CAATINGA preocupada com a existência das gerações futuras estamos desenvolvendo um projeto de revitalização do tanque grande o projeto é composto por dois quiosques uma pista para caminhadas pequenos jardins encima da barragem e na entrada dele o principal filtros naturais com britas, pedra grossa, pedra fina, areia grossa, areia fina e carvão vegetal, com isto conseguimos 90% de pureza da água que pode ser utilizada em plantas ou para criar peixes como atrativo, em fim criar um pequeno dique.
A radiação solar ultravioleta(luz do sol) bate na água e produz algas que são responsáveis pela produção de oxigênio e é liberado rapidamente. É necessário lembrar que na frente do palácio do planalto existe um grande lago com esta finalidade produzir oxigênio. A simples existência de uma aguada dentro de uma cidade, garante a existência das gerações futuras e contribui para a própria estabilidade da natureza.
Mas outro fator aparece aqui preocupando a todos que tem a consciência ecológica e respeitam as gerações futuras. Dizem que ira acontecer uma votação para entupir o tanque grande de salgadália acredito que isto é idéia de pessoas que não tem uma visão da situação do mundo em relação ao meio ambiente. Então na hora de votar para entupir podemos recuperá-lo e transformar em uma área de lazer que ajudara estabilizar o clima da nossa localidade.
E depois disto, deitemos-nos hoje à noite e meditemos nesta bela casa a que chamamos... TERRA.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
PROJETO FUTEBOL ECOLÓGICO
Estamos construindo uma nova história.
No dia 15 de janeiro de 2009, a FLOR DA CAATINGA elaborou um projeto que demos o nome de "FUTEBOL ECOLÓGICO". Temos como meta trabalhar com 10 comunidades próximas do distrito de Salgadália. O projeto foi financiado pela SUDESB com um intermédio do vereador Betão. Os materias fornecido foram: camisas, chortes, meião, redes e bolas. A ideia é que cada time fique com um padrão completo assinando um termo de compromisso. Em contrapartida, os donos de times prepararão 20 proteções para árvores em volta dos campos totalizando 200 árvores. O principal objetivo do projeto é arborizar os campos, pois os mesmos ,na sua maioria, não tem árvores.

No dia 15 de janeiro de 2009, a FLOR DA CAATINGA elaborou um projeto que demos o nome de "FUTEBOL ECOLÓGICO". Temos como meta trabalhar com 10 comunidades próximas do distrito de Salgadália. O projeto foi financiado pela SUDESB com um intermédio do vereador Betão. Os materias fornecido foram: camisas, chortes, meião, redes e bolas. A ideia é que cada time fique com um padrão completo assinando um termo de compromisso. Em contrapartida, os donos de times prepararão 20 proteções para árvores em volta dos campos totalizando 200 árvores. O principal objetivo do projeto é arborizar os campos, pois os mesmos ,na sua maioria, não tem árvores.
domingo, 10 de janeiro de 2010
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Projeto "IRAMAIA"
A ONG flor da caatinga adquiriu esta propriedade para que possamos desenvolver teste dentro da caatinga o nosso primeiro teste esta acontecendo com o abacaxi esperamos em breve poder divulgar estes resultados, a escolha se deu pelo fato do abacaxi ser muito próximo do gravata (bromélia) e dentro desta área existe em grande quantidade.
Loca; Salgadália Conceição do Coité - Ba.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Nunca antes se debateu tanto sobre o meio ambiente e sustentabilidade. As graves alterações climáticas, as crises no fornecimento de água devido a falta de chuva e da destruição dos mananciais e a constatação clara e cristalina de que, se não fizermos nada para mudar, o planeta será alterado de tal forma que a vida como a conhecemos deixará de existir.
Cientistas, pesquisadores amadores e membros de organizações não governamentais se unem, ao redor do planeta, para discutir e levantar sugestões que possam trazer a solução definitiva ou, pelo menos, encontrar um ponto de equilíbrio que desacelere a destruição que experimentamos nos dias atuais. A conclusão, praticamente unânime, é de que políticas que visem a conservação do meio ambiente e a sustentabilidade de projetos econômicos de qualquer natureza deve sempre ser a idéia principal e a meta a ser alcançada para qualquer governante.
Em paralelo as ações governamentais, todos os cidadãos devem ser constantemente instruídos e chamados à razão para os perigos ocultos nas intervenções mais inocentes que realizam no meio ambiente a sua volta; e para a adoção de práticas que garantam a sustentabilidade de todos os seus atos e ações. Destinar corretamente os resíduos domésticos; a proteção dos mananciais que se encontrem em áreas urbanas e a prática de medidas simples que estabeleçam a cultura da sustentabilidade em cada família.
Assim, reduzindo-se os desperdícios, os despejos de esgoto doméstico nos rios e as demais práticas ambientais irresponsáveis; os danos causados ao meio ambiente serão drasticamente minimizados e a sustentabilidade dos assentamentos humanos e atividades econômicas de qualquer natureza estará assegurada. Estimular o plantio de árvores, a reciclagem de lixo, a coleta seletiva, o aproveitamento de partes normalmente descartadas dos alimentos como cascas, folhas e talos; assim como o desenvolvimento de cursos, palestras e estudos que informem e orientem todos os cidadãos para a importância da participação e do engajamento nesses projetos e nessas soluções simples para fomentar a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.
Uma medida bem interessante é ensinar cada família a calcular sua influência negativa sobre o meio ambiente (suas emissões) e orientá-las a proceder de forma a neutralizá-las; garantindo a sustentabilidade da família e contribuindo enormemente para a conservação do meio ambiente em que vivem. Mas, como se faz par calcular essas emissões? Na verdade é uma conta bem simples; basta calcular a energia elétrica consumida pela família; o número de carros e outros veículos que ela utilize e a forma como o faz e os resíduos que ela produza. A partir daí; cada família poderá dar a sua contribuição para promover práticas e procedimentos que garantam a devolução à natureza de tudo o que usaram e, com essa ação, gerar novas oportunidades de redá e de bem estar social para sua própria comunidade.
O mais importante de tudo é educar e fazer com que o cidadão comum entenda que tudo o que ele faz ou fará; gerará um impacto no meio ambiente que o cerca. E que só com práticas e ações que visem a sustentabilidade dessas práticas; estará garantindo uma vida melhor e mais satisfatória, para ela mesma, e para as gerações futuras.
Cientistas, pesquisadores amadores e membros de organizações não governamentais se unem, ao redor do planeta, para discutir e levantar sugestões que possam trazer a solução definitiva ou, pelo menos, encontrar um ponto de equilíbrio que desacelere a destruição que experimentamos nos dias atuais. A conclusão, praticamente unânime, é de que políticas que visem a conservação do meio ambiente e a sustentabilidade de projetos econômicos de qualquer natureza deve sempre ser a idéia principal e a meta a ser alcançada para qualquer governante.
Em paralelo as ações governamentais, todos os cidadãos devem ser constantemente instruídos e chamados à razão para os perigos ocultos nas intervenções mais inocentes que realizam no meio ambiente a sua volta; e para a adoção de práticas que garantam a sustentabilidade de todos os seus atos e ações. Destinar corretamente os resíduos domésticos; a proteção dos mananciais que se encontrem em áreas urbanas e a prática de medidas simples que estabeleçam a cultura da sustentabilidade em cada família.
Assim, reduzindo-se os desperdícios, os despejos de esgoto doméstico nos rios e as demais práticas ambientais irresponsáveis; os danos causados ao meio ambiente serão drasticamente minimizados e a sustentabilidade dos assentamentos humanos e atividades econômicas de qualquer natureza estará assegurada. Estimular o plantio de árvores, a reciclagem de lixo, a coleta seletiva, o aproveitamento de partes normalmente descartadas dos alimentos como cascas, folhas e talos; assim como o desenvolvimento de cursos, palestras e estudos que informem e orientem todos os cidadãos para a importância da participação e do engajamento nesses projetos e nessas soluções simples para fomentar a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.
Uma medida bem interessante é ensinar cada família a calcular sua influência negativa sobre o meio ambiente (suas emissões) e orientá-las a proceder de forma a neutralizá-las; garantindo a sustentabilidade da família e contribuindo enormemente para a conservação do meio ambiente em que vivem. Mas, como se faz par calcular essas emissões? Na verdade é uma conta bem simples; basta calcular a energia elétrica consumida pela família; o número de carros e outros veículos que ela utilize e a forma como o faz e os resíduos que ela produza. A partir daí; cada família poderá dar a sua contribuição para promover práticas e procedimentos que garantam a devolução à natureza de tudo o que usaram e, com essa ação, gerar novas oportunidades de redá e de bem estar social para sua própria comunidade.
O mais importante de tudo é educar e fazer com que o cidadão comum entenda que tudo o que ele faz ou fará; gerará um impacto no meio ambiente que o cerca. E que só com práticas e ações que visem a sustentabilidade dessas práticas; estará garantindo uma vida melhor e mais satisfatória, para ela mesma, e para as gerações futuras.
fonte www.ecologiaurbana.com
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